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Defender a sua integridade é preservar a sua dignidade

O primeiro e último adversário de um verdadeiro guerreiro é o seu próprio Ego

 

Defesa pessoal é algo cultural.

 

A influencia do nosso meio, o nosso condicionamento educativo.

Conforme nós vivemos, nós iremos agir. Um cidadão em Israel age diferente perante violência do que um cidadão numa cidade onde nunca ouve um crime.

O amor pela pátria e o nacionalismo, como também a vontade de querer ser diferente e autônomo faz com que nações ajam diferentemente.

O amor pela pátria e o nacionalismo, como também a vontade de querer ser diferente e autônomo faz com que nações ajam diferentemente.

Hoje em dia a nossa cultura é primordialmente influenciada pela televisão e pelos filmes das grandes montadoras. É através desses filmes que inteiras culturas são influenciadas, e na maioria das vezes para o negativo. Uma influencia que muitas vezes os grandes diretores e os próprios atores não estão conscientes de. Mas que, infelizmente, as grandes empresas e multinacionais estão sem o menor escrúpulo.

É só lembrar os comercias da malboro. Ou os incentivos subconscientes para o consume de bebidas alcoólicas. Em quase todo filme se vê um ator bebendo álcool quando passa por dificuldades na vida.

O mesmo condicionamento se encontra em filmes de violência e horror, onde a vítima feminina sempre corre em direção de becos escuros e sem saída.

Ao constantemente vermos tais filmes, tais padrões se implementam em nosso subconsciente e em caso de emergência nós acabamos fazendo o que temos armazenado em nosso subconsciente.

Se estamos com medo, corremos para becos desertos (um grande perigo), se estamos tristes bebemos álcool (um grande perigo), se estamos com stress ou queremos ser algo começamos a fumar.

Para quem pratica artes marciais deveria ficar muito atento a essas informações sublimes, pois elas acabam padronizando nossas ações. Os filmes fantásticos de artes marciais acabam sendo levados a sério e as pessoas esquecem que aquilo é tudo show, mentira. E o que a juventude faz? Imita.

 

O que nós denominamos de ética e a nossa disponibilidade para a brutalidade. 

Quanto direito eu tenho de me defender contra ameaças. Será que o estado pode e deve ser responsabilizado por tudo? Um tal estado gera uma população fraca e submissa.  É isso que nós queremos?

Como agiríamos em caso de um estrupo? Se for uma desconhecida a vítima e o ator uma amigo? Se a vítima for da família e o agressor um desconhecido?

Nós sempre achamos desculpas para quem gostamos e cstigos para quem desconhecemos. O nosso esrtado atual é tão grande que ficou impessoal. Os crimes ficartam impessoais e assim a impunidade também acabou ficando impessoal. isso tem vantágens e desvantágens.

A grande desvantagem é que o estado acaba se achando tão potente que acha que tem o direito de tirar do cidadão o direito de se defender. O estado denomina essa indefesa de ética, porque quem determina esses padrões não é afetado diretamente pela violência.

O caso clássico e quando a alguns meses começaram a matar repórter. De repente a mídia começou a reclamar e a chegar aqueles que eles antes denominavam de coitados vítimas da desigualdade social. depois mataram alguns juízes e estes dirigente começaram a exigir punições mais cevaras.

Será que o governo tem que sofrer alguma perda para começar a reagir em pro da população?

Isso é realmente uma questão que se deveria discutir abertamente nas mídias e na população. O que é brutalidade? ser estrupada ou se defender contra o estrupador? Onde começa o direitos humanos do ladrão que acabou de matar e quando começa os direitos humanos da vítima sequestrada? 

Quando um criminoso é espancado todo mundo grita. E quando a vítima é espancada? Aí todos fala: isso é casualidade.

Será que somos obrigados a aceitar a violencia e a não nos defender só porque alguns que determinam as leis têm medo de se defender? Isso é certo?

 

Conseqüência e brutalidade

Quando é que o agressor deixa de ser responsável por seus atos?

Quando é que um ato de agressão deixa de ser agressivo e quando começa a ser agressivo?

estas são perguntas muito polêmicas e a maioria tenta evitá-las tanto quanto no séc pasado se evitava em falar sobre sexxo e orgasmo. Nós nos dizemos emancipádos mas quando chega a estes temas todo mundo começa a conversar sobre outros temas. porquê?

O que é ser brutal? Quando uma pessoa defende uma amiga que está sendo estrupada ou a filha abusada? Quando?

Será que ação consequente e determinada pode ser denominada de brutal?

 

Consciência e a importância de preservar a nossa dignidade.

O quanto eu tenho que me perverter antes de poder reagir e me defender? Especialmente em casos de agressão psicológica.

Será que a ética cristã de oferecer a outra face exige de mim a abstinencia de me defender?

Se sou chingado eu posso ignorar. Mas se minha esposa é estrupada? Ofereço o meu traseiro também? Ou devo ligar para a polícia enquanto o estrupo estiver acontecendo? E ouvir: por favor aguarde, todas as linhas estão no momento ocupadas.

Nossa dignidade é uma das coisas mais valiosas que temos, porque nós vivemos com ela a vida inteira. Uma pessoa abusada nunca vai esquecer o abuso. Não nos é possível simplesmente apagat tal experiência da mente. Quem foi vítima vai sofrer a vida inteira. São os de`õnios que nos perseguem. O criminoso pega dois anos de cadeia e a sociedade aplaude. e a vítima? ela sofre de preconceitos. Isso é certo.

 

O eu e a minha ética em não querer ser mau.

Texto do Tao Te King

49. O povo

O sábio tem um coração despreocupado,

e aceita o coração do povo como o seu.

É bom, para quem for bom,

e é mau, para quem for mau.

Pois bondade é virtude.

Ele será leal, para quem for leal,

e será desleal, para quem for desleal.

Pois lealdade é virtude.

O sábio vive no mundo de acordo com o Tao,

e o povo o respeita,

e ele os trata como se fossem (um dos) seus.

 

Comentário:

            No livro Tengu-geijutsu-ron está escrito:

            „... para um lutador lutar bem, o seu coração tem que estar vazio, não apegado a emoções e atribuições. O coração tem que estar despreocupado“.

            Isto não significa que se deve ter um coração frio. Pois frieza é ausência de sentimentos, e por fim, meramente uma outra forma de apego a uma emoção, a emoção de ser frio. Quem tenta a hora toda reter os seus sentimentos está sempre pensando neles e assim apegados a eles.

            Nós não devemos confundir determinismos com frieza e brutalidade. Brutalidade é a ausência de respeito pela vida, é à vontade de poder exercer poder. Já determinismo significa ser conseqüente e ser conseqüente significa ir o caminho que você tem que ir. 

            Sentimentos são o produto de um condicionamento. Bem dosada significa uma cidadania sã e compatível com os(as) membros(as) da devida comunidade e com a natureza e o mundo onde se vive. Este relacionamento saudável se pode denominar de Ética. É uma Ética que não necessita de leis, pois é fundada num respeito mutuo e perante o Tao (a criação de Deus - o nosso mundo).

            O sábio age conforme a energia que lhe é emitida, devolvendo o que recebeu da forma como recebeu. O sábio é bom para quem for bom e ruim para quem for ruim, sendo assim justo. Em outras palavras: O sábio é tão bom para o bom, o quanto o bom for bom; e é tão ruim para o ruim, o quanto o ruim for ruim. Sendo que o bom e o mal são atributos relativos dependendo da cultura de cada sociedade.

            O sábio é que nem um espelho, ele fala com você na língua que você entende. Ele emite de volta o que você emana.

 

A minha disposição em arcar com a responsabilidade de meus atos.

Eu acho que o estado deveria dar mais responsabilidade aos cidadões a determinarem quando a sua dignidade for violada. Só assim os cidadões readquirem e reaprendem a terem responsabilidade. é a mesma coisa com eleições. Se o governo somente pede à sociedade a cada 4 anos por sua opinião, os cidadões perdem o sentido de responsabilidade. Tanto faz o que eu decidir. Qual diferença vai fazer a minha opinião a cada quatro anos.

Isto é uma agressão, uma agressão contra a minha dignidade como cidadão.